quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Será que te perguntas?
Será que te perguntas? Ou se nos teus tempos mortos dos dias, de azáfama geral, pensas? Interrogaste sobre isto? Sobre as coincidências da vida? E sobre os meros cruzares de olhar, que ela nos proporciona e tende a repetir? Só porque o primeiro, criou aquela empatia mútua? Que nos fazem sorrir por dentro, pois não queremos revelar o que sentimos para não darmos “bobeira”? Será que olhas para o horizonte e deslumbras uma possível tela, onde as personagens principais seriamos nós? Pintadas sobre um pôr-do-sol daqueles… Enfim! Queria-te responder a estas perguntas, tal qual aquela pessoa que vai fazendo as perguntas para um outro, mas que no fundo queria era obter do “lado de lá” as respostas que nos próprios daríamos. Contudo, nem sempre sabemos o que dizer, ou fazer, na altura certa e eu não sou uma excepção. É que de repente tu chegaste. A minha vida que estava sem graça, começou a dar-me vontade de sorrir. Sentia-me no mero deixar andar, sem acreditar que nada resultaria tão cedo. E de repente comecei a sentir-me um mero tonto, ao olhar-te e não saber o que dizer. Bastava-lhe olhar e qualquer “olha…”, não saía no momento certo. Aquele frio na barriga ao ver alguém, começou por ficar quando tu vinhas. Decidiu visitar-me e quis aqui permanecer. Confesso, quando te olho ainda me vem aquele nervoso miudinho, de te querer dizer tudo e por algum motivo, acabar por não te dizer nada. E de repente algo começou a fazer sentido. Algo que mantenho em segredo. Os segredos, dizem, silenciam receios! Se assim for, talvez tenha receios. Diria que sim. Todos nós os temos. Receios de por em causa muito do que já até aqui se construiu, mas a vida fica sem a tal graça, se as barreiras que criámos não tentam ser vencidas. Será porque a minha vida, que estava sem graça, passou a ter sorrisos, que agora tenho pressa? Será por isso que agora tenho pressa de ti? Pressa de te ter. Continuo o mesmo “banana” ao querer chamar a tua atenção. Mas olha… que se dane. Passei a ter medo que o tempo passe e que não te possa dizer tudo o que me vais proporcionando. Passei a ter pressa para que percebas que estou a fim. A fim de ir onde queiras. A fim que as horas voem, que o amanhã se torne hoje, para te ter agora. Tenho pressa de te ter. Todos nós temos segredos e eu no segredo dos meus, vou-te querendo. Vou-te desejando, em parcelas. Físicas e emocionais. Não sei se sentes o mesmo, por vezes sinto dificuldade em interpretar, ou melhor, sempre tive dificuldades em interpretar os sinais. Deste género. Nunca sei, se alguém está a fim ou não! Queria saber decifrar os sorrisos, as expressões da tua personalidade. Queria saber “ouvir” o que tens para me dizer quando nada me dizes, quando me olhas apenas. Olhares estes que num instante me fazem sentir que passam horas, que me fazem sentir pequeno. Conto sorrisos, ouço coisas, mas não os entendo. Este jogo de palavras mudas, ditas entre olhares, fazem-me sentir que tudo que me apetece dizer, se deve manter em segredo. Mas tenho pressa de revelar estes segredos que me fazem o corpo sorrir por dentro, que nos fazem desejar mais, sentir mais, viver mais. Quero olhar-te nos olhos e dizer-te que estes segredos, não passam de medos, de receios, de que não estejas a sentir o mesmo. Por isso, pergunto-te: Será que és curiosa? Será que me darás “sinal”, para te expor os meus segredos? Até lá, vou esperando. Talvez um dia me digas que “sim”.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Quero-te dizer...
Quando te conheci sabia que ias fazer nascer um furacão na minha vida, tal qual uma revolução marcante na história da civilização. Irias arrasar com as minhas fronteiras e limites e iria ter altos e baixos em todas a batalhas que até agora tenho vivido, neste nosso conhecimento mútuo. Sabia que isso iria acontecer, quer chegássemos um dia a ser um casal ou não. Sabia que com muita certeza, irias e irás ser a razão dos meus sorrisos e das minhas tristezas. Que irias e irás ser a razão dos meus maiores desejos e dos meus maiores disparates. Que irias e irás ser a razão de me querer superar em todos os aspectos. E assim foi e tem sido. Naquele dia sabia que algo iria mudar. Não me sentia preparado para tal, mas sabia que ao me ter sido dada a oportunidade de me cruzar contigo, naquele preciso dia, algo iria mudar. Batalhava-me para que não chegasse a conhecer ninguém. Ou melhor, ninguém tão interessante como tens sido. Não queria que me surpreendesses. E quiseste de forma totalmente inconsciente, ter uma batalha comigo nesse sentido. E ganhas-te. Destruíste-me as barreiras com esse sorriso. Apunhalas-te as minhas maiores reticencias, com os teus olhos doces. Quebras-te as minhas maiores dúvidas, quando me disseste um olá. Sabia que, naquele dia ou dava um passo atrás, ou certamente teria de fazer um caminho longo para chegar até ti. Com demasiadas curvas fechadas, com limites de velocidade estabelecidos quase inteiramente por ti. Por isso faço-te uma pergunta: não sentes o mesmo que eu, quando nos vemos? Ou quando nos tocamos? Ou quando te afago o rosto? Ou quando te abraço? Diz-me sentes o mesmo que eu quando, cada um dos nossos olhares se cruzam e se sorriem em silencio? Para que mais ninguém perceba a alegria do toque dos nossos olhos? Diz-me não sentes o teu coração a acelerar, quando existe um momento em que, de alguma forma, tenhamos a oportunidade de nos sentirmos mais perto um do outro?
Não é frequente em mim, mas ultimamente tenho deixado o meu pensamento fluir mais vezes para ti! Não consigo deixar de pensar em ti, no teu sorriso, na forma divertida como te expressas, nos teus amuos, ou na forma simples como te ris e semi-cerras os olhos. Na forma, como de repente me questionas e me desafias a querer conhecer-te mais e mais.
È curioso, há uns meses atrás éramos dois estranhos que a vida decidiu cruzar. Comunicávamos de forma tímida e cruzávamos olhares tímidos. Chegávamos e despedíamo-nos com uns simples “olá” e “adeus”. Mas tudo tem mudado aos meus olhos, e aos teus? Tenho receio de te dizer e de perder o que já até aqui se construiu, mas tem nascido em mim uma vontade enorme de não me calar! Se te dizer que me encantas e me enlouqueces. Que a minha vontade é de te beijar e te dizer que me atrais. Que me tornas uma marioneta quando te vejo.
Por isso pergunto-te: queres-me questionar por isto? Quero-te ser sincero e dizer que tens sido a razão de todos os meus sorrisos ultimamente. Atreves-te?
Não é frequente em mim, mas ultimamente tenho deixado o meu pensamento fluir mais vezes para ti! Não consigo deixar de pensar em ti, no teu sorriso, na forma divertida como te expressas, nos teus amuos, ou na forma simples como te ris e semi-cerras os olhos. Na forma, como de repente me questionas e me desafias a querer conhecer-te mais e mais.
È curioso, há uns meses atrás éramos dois estranhos que a vida decidiu cruzar. Comunicávamos de forma tímida e cruzávamos olhares tímidos. Chegávamos e despedíamo-nos com uns simples “olá” e “adeus”. Mas tudo tem mudado aos meus olhos, e aos teus? Tenho receio de te dizer e de perder o que já até aqui se construiu, mas tem nascido em mim uma vontade enorme de não me calar! Se te dizer que me encantas e me enlouqueces. Que a minha vontade é de te beijar e te dizer que me atrais. Que me tornas uma marioneta quando te vejo.
Por isso pergunto-te: queres-me questionar por isto? Quero-te ser sincero e dizer que tens sido a razão de todos os meus sorrisos ultimamente. Atreves-te?
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Acreditas no destino?
Quero-te aqui, agora… em todos os segundos que chamo por ti… Desejo-te a cada instante, na iminência de cada batimento cardíaco. A cada olhar menos discreto, a cada palavra dita inocentemente, a cada momento “de pegar contigo”. Desejo-te.
Por isso, vem… estou a dizer-te, que o podes fazer! Vem em suspiros profundos, em batimentos lacerantes…Não aguento mais esta espera incessante, esta apaixonante demora! Oiço-te no vento que faz neste dias de tempestade. Tem estado uns dias horríveis não achas? Sinto o teu cheiro em lugares banais, vejo o teu rosto refletido em gotas de chuva que me molham. Aqui sentado surge-me uma pergunta para ti: Acreditas no destino? Desde que nos conhecemos naquele dia muito pouco aleatório, desde que entrelaçamos naquele local, os nossos olhares, e nos dissemos olá, passei a acreditar que éramos meros espetadores de uma viagem que nos levaria ao cruzamento físico entre nós. Não sei se era para ser ali, naquela hora, naquele dia, naquele momento, ou se era para ser mais tarde. Mas foi ali e por isso agradeço-te mesmo que não o percebas, ou tentes não perceber. Obrigado por me fazeres sorrir, e me lembrar do sangue vivo que me corre nas veias, e das vontades que de dás de te dizer um olá, e de te dar um abraço, e de te dar um beijo na tua face, e de requerer a tua atenção numa mensagem sem sentido, e de conseguir um olhar cruzado contigo e do batimento forte do meu coração quando te olho e te vejo a sorrir. Devia ser proibido um sorriso tão cativante como o teu. Onde o arranjaste? Perdi-me desculpa. Voltando ao texto… Eu que sempre pensei que o destino era invejoso e conspirava contra mim, ah… esse tal destino, afinal só andava a conspirar a favor do nosso cruzamento. Todo este tempo. Só demorou a aproximar-nos talvez para nos fortalecer. Talvez porque queria que fossemos mais do que uma paixão arrebatadora de uma madrugada qualquer. Tenho um pedido para ti. Estou prestes a fazer anos. Será que me dás oportunidade de ter algo teu? Como por exemplo um abraço? Posso pedir-te aconchego nesta noite fria, de um dia em que a a tempestade se instalou, de emoções escaldantes? Que isso tem a ver com “Destino”? Diria que talvez o destino nos reserve um local, onde os nossos braços se entrelacem, num momento único de puro prazer de um beijo provocador e de toques apaixonantes! Por enquanto, fico no silêncio, tentando responder à minha própria pergunta. E os meus olhos brilham, pois sabem a resposta! Se aqui estivesses, beijava-te, neste momento, na sensualidade dos teus lábios, dando-te a minha resposta: acredito no destino.
Por isso, vem… estou a dizer-te, que o podes fazer! Vem em suspiros profundos, em batimentos lacerantes…Não aguento mais esta espera incessante, esta apaixonante demora! Oiço-te no vento que faz neste dias de tempestade. Tem estado uns dias horríveis não achas? Sinto o teu cheiro em lugares banais, vejo o teu rosto refletido em gotas de chuva que me molham. Aqui sentado surge-me uma pergunta para ti: Acreditas no destino? Desde que nos conhecemos naquele dia muito pouco aleatório, desde que entrelaçamos naquele local, os nossos olhares, e nos dissemos olá, passei a acreditar que éramos meros espetadores de uma viagem que nos levaria ao cruzamento físico entre nós. Não sei se era para ser ali, naquela hora, naquele dia, naquele momento, ou se era para ser mais tarde. Mas foi ali e por isso agradeço-te mesmo que não o percebas, ou tentes não perceber. Obrigado por me fazeres sorrir, e me lembrar do sangue vivo que me corre nas veias, e das vontades que de dás de te dizer um olá, e de te dar um abraço, e de te dar um beijo na tua face, e de requerer a tua atenção numa mensagem sem sentido, e de conseguir um olhar cruzado contigo e do batimento forte do meu coração quando te olho e te vejo a sorrir. Devia ser proibido um sorriso tão cativante como o teu. Onde o arranjaste? Perdi-me desculpa. Voltando ao texto… Eu que sempre pensei que o destino era invejoso e conspirava contra mim, ah… esse tal destino, afinal só andava a conspirar a favor do nosso cruzamento. Todo este tempo. Só demorou a aproximar-nos talvez para nos fortalecer. Talvez porque queria que fossemos mais do que uma paixão arrebatadora de uma madrugada qualquer. Tenho um pedido para ti. Estou prestes a fazer anos. Será que me dás oportunidade de ter algo teu? Como por exemplo um abraço? Posso pedir-te aconchego nesta noite fria, de um dia em que a a tempestade se instalou, de emoções escaldantes? Que isso tem a ver com “Destino”? Diria que talvez o destino nos reserve um local, onde os nossos braços se entrelacem, num momento único de puro prazer de um beijo provocador e de toques apaixonantes! Por enquanto, fico no silêncio, tentando responder à minha própria pergunta. E os meus olhos brilham, pois sabem a resposta! Se aqui estivesses, beijava-te, neste momento, na sensualidade dos teus lábios, dando-te a minha resposta: acredito no destino.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Fico aqui a imaginar-te
Fico aqui a imaginar-te. Os teus olhos, a tua boca, a tua pele. Tens esse olhar a ferver de um desejo e um tesão que posso ver nos teus olhos... esse olhar que me atira contra uma parede e não me deixa dizer que não... esse olhar que me domina, que me prende, que me amarra... Adoro... cada parte do teu corpo, cada curva, mais ou menos apertada, mais ou menos perfeita. Fico a imaginar os teus olhos, a tua boca e a tua pele. O meu corpo estremece ao ver-te, ao ouvir a tua voz. Imagino as tuas mãos e as minhas a percorrem os nossos corpos, palmilhando tudo aquilo que não está a vista dos nossos olhos. Imagino a tua boca na minha, os meus olhos nos teus, em momentos de auge. Seremos apenas um quando os nossos corpos se encaixarem. Seremos apenas um quando as nossas bocas se encontrarem e não se formarem falas, mas apenas gestos. E gemidos… e apertos… Seremos apenas um, quando as nossas bocas se encaixarem, as curvas se moldarem e pernas se acharem. E nesse momento podemos de forma livre liberar a adrenalina, misturada com suor e prazer. Não precisamos de falas, apenas de gestos. Aqueles que falam por nós. Os meus olhos sussurram-te baixinho. E os teus ouvidos ouvem as falas que eles ferozes e arregalados te dizem. Esses olhos que querem observar todo o teu corpo. Que orientam as minhas mãos. Mãos que te fazem soltar gritos no escuro, sopros de desejo e a dança que nossos corpos fazem, são a prova que nos completamos. Cerramos os punhos, e os nossos olhos, observavam em frente os corpos um do outro. Cada um procura aquilo que mais gosta. As nossas peles, roçam-se e o chão não nos falta. Os teus lábios, deliciam-me. Vejo como respondem aos meus. A tua boca húmida de desejo. Mereces toda a dedicação. Todos os momentos de ternura e sofreguidão. Gritamos e dizemos palavras menos próprias. Toda a vizinhança percebe que nos adorámos. O teu corpo torna-se um labirinto, que a minha língua quer saborear. Delicio-te com a ponta da minha língua. Saboreio cada parte do teu corpo. Cada pormenor que me dê tesão. Que te satisfaça. O nosso sexo encontra-se. E em momentos de mera geometria de corpos, temos longos minutos de vibrações, arrepios, ondulações, posições, arranhões, apertões misturados de “fod***” “cara***” e “put** que pa**”. Tudo para que no fim nos deitámos ao lado do outro e entre olhares cúmplices digamos:
- “Repetimos?”.
- “Repetimos?”.
domingo, 20 de dezembro de 2015
Vamos ser só tu e eu
Vem, voa na minha imaginação mas não vás para longe. Fica! Fica no meu colo… Isso… Assim. Não, não fales, apenas sente a minha respiração. Escuta o meu silêncio, despe a minha timidez, cobre-me de coragem, e vem! Ou então chama-me que eu vou. Sou teu, entendes? É isso que quero dizer: Ainda te sinto. Aqui. Pelo teu cheiro. O teu perfume, seduz-me. A tua pele macia, faz-me querer tocá-la. Constantemente. Porque te vais já? Espera. Vou-te contar uma coisa. Passava aqui o dia todo a olhar-te. A tocar-te. A falar-te. Bastava dizeres. Diz-me como me queres e como queres. Pede. Basta pedires. Deita-te sobre a cama e amarra-me com os teus braços. Deixa-me descobrir as tuas fantasias e eu prometo realizá-las quando quiseres. Mostra-me os teus medos. Desvendo-te os meus. Quero sentir o teu coração a bater. Agarrar-te pelas ancas como quem agarra um volante, e acelera, pedal a fundo, até nos estamparmos juntos. Encaixar-te as pernas no meu corpo. Agarrar-te o rabo com vontade. Por-te a minha mão sobre a raiz dos teus cabelos longos. E descer. Quero que me ensines o caminho. O melhor deles. Quero percorrer-te os altos e baixos. Devagar. Agarra-te. Sente como me colocas. Sente. Beija-me e farei o mesmo, com todo o desejo na ponta de língua. Sussurra no meu ouvido quando involuntariamente eu arranhar as tuas costas. Diz que está a doer só para eu pedir desculpa e confessar que é impossível controlar-me. Dás-me tesão! Odeio não te ver. Não te sentir por perto e imaginar o nosso sexo. Tu a dizeres-me para te penetrar numa noite que se prolongada pela madrugada, contigo a dizer que queres sentir as minhas mãos a apertarem-te os seios, a lamber-te descendo pelo teu ventre, sem controlo. Até la chegar. E te fazer sentir e viver orgasmos. Um. Dois. Múltiplos. Descontrolados. Virar-te, enquanto te beijo as costas e te aperto contra mim. Iniciando um registo ritmado pelo suor dos nossos corpos, respirando-te ao ouvido. Fazendo-te dizer palavras menos próprias. Ou melhor. Palavras próprias que nunca são demais. Por isso, pergunto-te: Vamo-nos perder juntos neste mundo de mistérios e incertezas? Vem! Vem agora! Não demores! Vem antes que eu me perca no labirinto de uma incerta, no meio de frases com “ses”… Vem ser o meu segredo! Shhhh… ninguém precisa saber! Vamos ser só eu e tu e os nossos gemidos.
sábado, 12 de dezembro de 2015
Vens?
Hoje não quero apenas gostar-te… não quero apenas desejar-te… apenas observar-te… pensar-te… sentir-te… hoje quero ter-te. Dar-te beijos, morder-te a pele, rasgar-te a roupa. Quero ouvir a sofreguidão dos nossos respirares ritmados. Quero ouvir-te. Quero ouvir-me. Quero viver-te, lamber-te o corpo, quero ser um maluco, num carro desgovernado, sem ponto de travagem. Quero enlouquecer-me no prazer que é ver-te gemer de desejo. Fazer-te perder no desejo, que é ver-me desejar-te. Quero dar-te todo o prazer. Todo aquele que nunca chegas-te a ter. Ou que chegas-te, mas desejas ter novamente. Hoje quero chegar e ver-te a olhar para mim. Enquanto eu te beijo o pescoço, enquanto te toco o corpo, enquanto te palmilho a pele em toques provocantes. Enquanto, me pedes que te mate a vontade.
Hoje quero arder de prazer, esquentar-te na paixão, em qualquer sitio em que possamos ter-nos. Na cama, no chão, ali, acolá. Em qualquer local onde nos sintamos cómodos, com o corpo um do outro. Com a boca um do outro. Com as mãos um do outro. Então seremos só tesão, aquela que nos faz selvagens, que nos faz perder o controlo, em que só reagimos por instintos. Que nos marca as costas com os nossos dedos, que me junta o teu corpo ao meu, que te despeitei-a o cabelo, que te borrata a maquiagem. Que te rasga a roupa, enquanto te junto contra mim e te faço sentir tudo de mim. Hoje quero devorar-te. Hoje quero que me uses. Que abuses. Hoje quero intensidade. Hoje quero orgasmos. Quero gritos de prazer. Quero parar e recomeçar. Quero que comece hoje e terminar amanhã.
Hoje… não quero somente fazer algo ocasional… Hoje quero perder-me em ti, que te percas em mim. Quero fazer-te suar. Gritar. Pedir por mais. Hoje quero que nos possamos perder e sentir… Numa f*** daquelas que nos tira o fôlego. Vens?
Hoje quero arder de prazer, esquentar-te na paixão, em qualquer sitio em que possamos ter-nos. Na cama, no chão, ali, acolá. Em qualquer local onde nos sintamos cómodos, com o corpo um do outro. Com a boca um do outro. Com as mãos um do outro. Então seremos só tesão, aquela que nos faz selvagens, que nos faz perder o controlo, em que só reagimos por instintos. Que nos marca as costas com os nossos dedos, que me junta o teu corpo ao meu, que te despeitei-a o cabelo, que te borrata a maquiagem. Que te rasga a roupa, enquanto te junto contra mim e te faço sentir tudo de mim. Hoje quero devorar-te. Hoje quero que me uses. Que abuses. Hoje quero intensidade. Hoje quero orgasmos. Quero gritos de prazer. Quero parar e recomeçar. Quero que comece hoje e terminar amanhã.
Hoje… não quero somente fazer algo ocasional… Hoje quero perder-me em ti, que te percas em mim. Quero fazer-te suar. Gritar. Pedir por mais. Hoje quero que nos possamos perder e sentir… Numa f*** daquelas que nos tira o fôlego. Vens?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Mesmo sem saber, sempre te desejei...
Desde que chegaste o sol não vai embora. Os dias têm sido quentes. De azáfama. De muita, ou pouca, rotina. De trabalho, de descanso, de treinos, de folgas, de fins de semana. De tudo. E nesse tudo brilha o sol. E foi no dia em que chegaste, que esse sol, se tem mantido como rotina. E adoro essa rotina.
Sei que esse sol brilha, desde o momento em que te vi, sem saber que a minha vida ia mudar, sem querer mais do que sempre quis, quis-te mal te vi.
Foram pequenos rasgos de demência ou lucidez, em momentos solitários ou acompanhados, em esquinas, em cantos, em pedaços do pequeno mundo que me tem acompanhado, ultimamente.
Não sei o porquê nem como, mas sei que te quero, desde aquele momento e desde aquele local. Começou por um “olá prazer”. E até agora tem sido com todo o prazer que te tenho dito olás. E como prazer que te tenho conhecido. Urge em mim uma vontade de mais, um desejo de ti, um sabor de nós.
A cada precisar, a cada sentir, a cada sorriso, a cada olhar, a cada falar, a cada tocar, a cada um dos pontos de vista diferentes. Urge em mim, um vontade de te conhecer, de mais precisares, de mais sentires, de mais sorrisos, de mais olhares, de mais falares, de mais tocares. De mais.
É este gostar, de todos estes aspectos da vida, que me fazem andar em direcção ao desconhecido e que me prende sem correntes. Mesmo sem correntes, sinto-me acorrentado. És tu. Gigante, gigante este meu eu que luta para te conquistar aos poucos.
Escuta as palavras soltas, a raiva do peito, os dizeres do meu olhar;
Escuta.
São eles que te dizem algo, mesmo quando não te digo, são eles que te provam que nem com milhares de palavras eu te diria melhor;
São eles que te explicam o que não consigo.
Escuta, o sol ainda se mantêm e não quero que a chuva venha… Agora deixa que as vozes nos falem, que o mundo repare em nós, que o brilho ofusque quem não brilha por si, pois sem saber que te desejava, sempre te quis…
Sei que esse sol brilha, desde o momento em que te vi, sem saber que a minha vida ia mudar, sem querer mais do que sempre quis, quis-te mal te vi.
Foram pequenos rasgos de demência ou lucidez, em momentos solitários ou acompanhados, em esquinas, em cantos, em pedaços do pequeno mundo que me tem acompanhado, ultimamente.
Não sei o porquê nem como, mas sei que te quero, desde aquele momento e desde aquele local. Começou por um “olá prazer”. E até agora tem sido com todo o prazer que te tenho dito olás. E como prazer que te tenho conhecido. Urge em mim uma vontade de mais, um desejo de ti, um sabor de nós.
A cada precisar, a cada sentir, a cada sorriso, a cada olhar, a cada falar, a cada tocar, a cada um dos pontos de vista diferentes. Urge em mim, um vontade de te conhecer, de mais precisares, de mais sentires, de mais sorrisos, de mais olhares, de mais falares, de mais tocares. De mais.
É este gostar, de todos estes aspectos da vida, que me fazem andar em direcção ao desconhecido e que me prende sem correntes. Mesmo sem correntes, sinto-me acorrentado. És tu. Gigante, gigante este meu eu que luta para te conquistar aos poucos.
Escuta as palavras soltas, a raiva do peito, os dizeres do meu olhar;
Escuta.
São eles que te dizem algo, mesmo quando não te digo, são eles que te provam que nem com milhares de palavras eu te diria melhor;
São eles que te explicam o que não consigo.
Escuta, o sol ainda se mantêm e não quero que a chuva venha… Agora deixa que as vozes nos falem, que o mundo repare em nós, que o brilho ofusque quem não brilha por si, pois sem saber que te desejava, sempre te quis…
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